9º ciclo, nova EP

Fevereiro 22, 2011

Estamos agora no 9º ciclo e o Cenáculo Regional já está em marcha, já começaram a ser enviados e-mails com as fichas de inscrição, se ainda não recebeste um e-mail da EP então comunica conosco através do e-mail: cenaculovc@gmail.com para que te possamos enviar a ficha de inscrição!

Ou faz download da ficha de inscrição aqui (File -> Download Original), preenche e envia para cenaculovc@gmail.com com o assunto “Inscrição Cenáculo Regional”.

Contamos contigo para que nos dias 11, 12 e 13 de Março se faça Cenáculo!

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1º email da nova EP

Março 14, 2009

Olá Caminheiros!!

Estamos em 2009 e queremos fazer deste ano um ano de renovação.

Renovação daquilo que é ser caminheiro…

O que te faz ser caminheiro? O lenço, a idade… ou a responsabilidade?

Nós acreditamos ser a responsabilidade… e apelamos a ti pois tu és o detentor dessa virtude.

Somos responsáveis, em primeiro lugar, pelo que se passa na nossa casa, no nosso agrupamento, por aqueles que estão juntos a nós. Mas a responsabilidade não acaba aí, simplesmente começa.

Este é o desafio que te lançamos. Aceita a tua responsabilidade a nível regional e nacional. Não te pedimos muito, só pedimos atenção, presença e participação.

Isto é cenáculo

Dia 24, 25 e 26 de Abril vai ser realizado o segundo cenáculo regional de Viana do Castelo.

Nós queremos ver interesse. Vão a https://cenaculoregionalviana.wordpress.com para ver actualizações do nosso Blog, ou em caso de dúvidas mandem-nos um email cenáculo.viana@gmail.com ou torna-te amigo no Hi5 http://cenaculoviana.hi5.com. Mas comentem, mandem emails, que nós queremos ver interesse.

Uma pessoa de cada agrupamento pelo menos que nos contacte para sabermos se existe possibilidade de participação.

Atenciosamente EP Regional


Conclusões do Fórum IV

Maio 24, 2008

Vícios

Este tema pedia aos participantes para encontrar os vícios que afectam o escutismo. Quais eram os comportamentos com “predisposição para o mal” poderíamos encontrar nas nossas actividades escutistas. Os nossos participantes identificaram como vícios nas nossas actividades: o tabaco, o álcool; o telemóvel e a “dependência social”.

  • O telemóvel e aparelhos de áudio não devem interferir com os horários das actividades, podendo ser usados fora desses momentos.
  • O álcool não é considerado uma dependência no caminheirismo, mas sim um extra no convívio ao grupo. Deverá ser limitada a quantidade de álcool levado para a actividade.
  • O tabaco é entendido por ser algo que já está estabelecido na sociedade e no próprio clã, sendo por isso difícil de combater, já que não é fácil nesta idade incentivar os caminheiros a deixar de fumar. Eles já conhecem os malefícios do tabaco. O tabaco deverá ser permitido desde que não interfere com o programa de actividades, o espírito do clã e os seus elementos. Minimizar os “tempos mortos” durante as actividades é a forma para que não haja a tentação de fumar.
  • Dependência Social – Alargar o tema ao clã. Os casais podem estar juntos desde que mantenham posição moderada. Deve-se consciencializar o “par” para o comportamento assertivo e adequados para o bom funcionamento do clã.

Para este tema de Vícios, a solução encontrada é uma carta de compromisso, inserida na carta de clã, de como o caminheiro se compromete a respeitar as normas de bom funcionamento de clã em relação aos vícios acima referidos.

É necessário também que os chefes, englobem esses temas nas reuniões de clã.


Conclusões do Fórum III

Maio 24, 2008

Ambiente

Neste tema esperava-se que os participantes desenvolvessem um projecto ou ideia sobre ambiente. Esse projecto baseou-se num parque de merendas. Propuseram três locais para desenvolver esse projecto: o Parque da cidade, espaço em Santa Luzia e Parque alternativo.

Em relação ao parque da cidade, haveria a necessidade de pedir um espaço e adaptá-lo ao tema escutista, com mesas de merenda e construções escutistas.

O espaço de Santa Luzia passaria também por um renovar do espaço. Estes dois espaços geraram mais consenso derivado a estar perto de um grande número de pessoas.

Caso estes dois espaços não sejam viáveis, deveria se optar por um parque alternativo.

Estes espaços passariam a ter, além das mesas de merenda, bebedouros para aves e placas de sensibilização. Queremos que este espaço seja de lazer, mas também de consciencialização ambiental. Um espaço para plantar árvores, assim como, um espaço para palestras sobre ambiente e acções consertadas sobre o mesmo.

Diversos contactos deveriam ser levados a cabo para a realização desse projecto, dos quais o contacto com a entidade gestora do parque da cidade, a câmara municipal; ou a confraria no caso do espaço de Santa Luzia.


Conclusões do Fórum II

Maio 24, 2008

Por uma IV melhor

O segundo tema geral abordado foi “por uma quarta melhor”, e passava por identificar os problemas da IVª, arranjar soluções e especificar os passos para chegar a determinada solução.

Os participantes encontraram como problemas da IVª:

·        Desinteresse: Por falta de tempo, Egoísmo (não querer perceber os outros), falta de comunicação, falta de participação.

·        A formação das equipas

·        Não sentir a promessa

·        Mau ambiente

·        Falta de comunicação escuteiros ó comunidade

Denotamos na nossa região uma falta de apetência dos nossos caminheiros para a participação em clã, assim como, em actividades regionais e mesmo nacionais. Não há um envolvimento do caminheirismo da região para acções de serviço.

A solução para ultrapassar alguns desses problemas passa por Quebrar o gelo! Através de uma atitude activa dos caminheiros, procurar o diálogo entre todos. Deverá se fazer mais pela reflexão e diálogo entre clã. O próprio Cenáculo e tertúlias são uma solução.

A equipa de animação deverá ter uma melhor preparação pedagógica afim de transmitir melhor os valores, mística do caminheirismo. Recomenda-se à equipa de animação da quarta regional a organização de actividades viradas só para o serviço à comunidade.

A formação das equipas é um problema encontrado porque estas são constituídas segundo amizades existentes no grupo.

Outro problema encontrado é o mau ambiente que possa existir num clã, devido ao individualismo patente, falta de compreensão entre elementos, assim como, uma imposição pessoal de ideias. A solução passa como referido acima, a procura do diálogo, assim como iniciativas de serviço ao próximo. Iniciativas de partilha, isto poderá levar a uma melhor compreensão entre todos.

Por fim, há a necessidade de uma profunda reflexão sobre a promessa/compromisso firme. Não se deve resumir a Promessa a uma celebração, a um texto para decorar. Deve ser sentido, interiorizado. É necessário uma melhor preparação dos noviços/aspirantes e caminheiros.


Conclusões do Fórum I

Maio 24, 2008

O que te faz ser caminheiro?

O primeiro tema geral a ser debatido foi “o que te faz ser caminheiro?”. Com este tema, procurou-se conhecer as motivações, expectativas, visão dos participantes sobre o ser caminheiro.

Os participantes encontraram como Pontos Fortes do caminheirismo:

·        O Convívio que gera amizades e cultiva, assim como, permite o diálogo entre todos. A forma de o reforçar passa por haver fogo de conselho, como espaço de reflexão e partilha de experiências, anseios.

·        O companheirismo que proporciona o trabalho em equipa. Como sugestão de reforço deste ponto, era positivo se em actividades regionais, houvesse uma mistura dos elementos de vários agrupamentos.

·        Assimilação dos valores escutistas, porque o CNE é uma escola de valores, de formação humana, e a quarta é a última etapa nessa jornada. Deve-se promover o escutismo para que se inicie o mais cedo possível.

·        Autonomia derivado as actividades de elaboração do plano, planificação e organização das actividades.

·        Visão para escolher o caminho, a escolha entre o Bem e o Mal. Grande importância da pedagogia da fé e diálogo entre clã.

·        Afirmação como Homens-Novos. O escutismo é uma etapa da nossa vida, temos de estar preparados para a vida. Neste ponto é muito importante o serviço que prestamos à comunidade, levando a uma maior consciencialização do caminheiro a ser melhor.

·        A Aventura, elemento fundamental e presente nas actividades, proporciona trabalhar a criatividade e ter conhecimento mais aprofundado sobre os temas.

·        Responsabilidade, o caminheiro propõe objectivos a atingir e responsabiliza-se por realizá-los. A forma de reforçar é levar a que cada vez mais os caminheiros se guiam por objectivos, assim como a organização de actividades e execução.

·        Serviço à comunidade, sendo um pilar do caminheirismo, deve-se seguir o exemplo da prova para o ACANAC “Presentes para a Paz”. Actividades regionais vocacionadas para o serviço.

·        Aprender, porque a etapa do caminheiro é enriquecedora.

Adrenalina, a descoberta, o convívio mais próximo com a natureza, os bons momentos são outros pontos fortes do caminheirismo.


A Chama que nos faz sonhar

Maio 24, 2008

Era uma vez um Sonho, e o Sonho era chama… Há muito tempo atrás, nos finais de 2007, foram escolhidos 5 caminheiros da Região de Viana do Castelo, para se envolverem numa aventura. Cenáculo era o nome dessa aventura. Mas o que seria essa estranha actividade?

Foi de descoberta a nossa experiência, que muito nos agradou, foram dias intensos de trabalho, reflexão e debate, mas também de alegria, música e divertimento, e todos juntos com Fil e Hércules podemos ACREDITAR. Da Equipa Projecto Nacional e da Junta Regional, nos ficou uma chama, era pequena, mas viva, pois dentro daqueles poucos caminheiros, estava agora um sonho, o Sonho Chama.

Desde logo nos foi apresentado um desafio, levar o Sonho Chama a mais caminheiros, e por isso, começamos a atear aquele pequeno Sonho Chama dentro de outros, começamos a falar, a transmitir, e avisamos muita gente que existia um Cenáculo, que para nós era e é Sonho Chama.

No início de Março, os cinco caminheiros separaram-se, dois foram para o Alentejo, procurar por mais Sonho Chama, para este se tornar maior, e encontraram, porque com Hércules e Meg foram aprender a MUDAR, mas os outros não ficaram parados, foram para a Actividade Regional da IV, atear mais fogo, ao pequeno Sonho Chama.

Depois disso pegamos em tudo o que tínhamos apreendido, e acreditando que podíamos mudar, chamamos todos aqueles a quem o Sonho Chama tinha tocado, para se reunirem a nós no 1º Cenáculo Regional de Viana do Castelo, foi aqui que o vento vibrou forte, abalando o nosso pequeno Sonho Chama, pois tantos caminheiros avisados, e tão poucos interessados, as expectativas eram tantas que tão reduzido número de inscrições nos afigurava, triste e redutor do nosso Sonho Chama.

Com a resolução de alguns, e a força de vontade de outros, o Sonho Chama seguiu, e foi aí que fomos surpreendidos, pois o Sonho Chama não foi apagado pelo vento, foi atiçado, e com ardor queimou os corações dos que vieram, e junto a nós soubemos RENOVAR o nosso Sonho Chama, e ele Cresceu, e onde haviam 5 caminheiros com um Sonho que era Chama, agora existem 14 com uma Chama que é Sonho.

O 1º Cenáculo Regional de Viana do Castelo decorreu nos dias 18, 19 e 20 de Abril na Meadela.

Na Sexta-feira, dia 18 recebemos os participantes, e fizemos uma mútua apresentação de todos, Equipa Projecto Regional (EP) e participantes, embora todos fossemos mais ou menos conhecidos, mesmo sendo de agrupamentos diferentes.

Realizamos alguns jogos e divertimo-nos com algumas palhaçadas, sendo que ao final da Noite realizamos a nossa cerimónia de abertura, o primeiro acto oficial.

E sendo que não se trata de um relatório mas sim uma história, posso agradecer onde quiser e por isso desde já agradeço a presença do nosso sempre disponível observador, o Chefe Nelson, do nosso eloquentíssimo chefe regional, o Chefe Vitor Lima, mas acima desses que nos são mais próximos quero agradecer à Catarina Inverno que é tal como nós, uma caminheira, mesmo sendo a Chefe da Equipa Projecto Nacional, pois disponibilizou-se desde logo a vir de Santarém para falar connosco e transmitir a experiência dela nesta actividade. A ela e aos nossos chefes e colaboradores deixo desde já o nosso muito Obrigado.

Mesmo com alguns percalços técnicos pelo meio, a cerimónia de Abertura ocorreu, e deu-se inicio aquela actividade que é Sonho Chama.

Mandámos todos para a cama, ou melhor sacos-cama, e obviamente ninguém foi. Ficaram todos numa roda a contar histórias de fantasmas e espíritos, noite fora em surdina e em suspiros. Quando toda gente se decidiu a ir dormir, já não era tarde… Era cedo. (Até à Meia-Noite é que é tarde depois é sempre Cedo)

Tivemos um matutino acordar, com um pequeno-almoço frugal para começar um novo dia, o primeiro dia de “trabalho”…

Como esta história é de um Sonho, e sonhos puxam sonhos, o que custa, é aprender a sonhar! Vou contar também a história do Sonho de um Cartão, e por que a meio da história do Sonho Chama? Porque não é um Cartão qualquer, era a toalha da mesa do nosso pequeno almoço, que sonhou ser mais, e o que começou por ser apenas um pedaço de cartão para não sujarmos a mesa, passou a ser pedaço do Sonho Chama, porque aquele cartão cresceu com o sonho e transformou-se no nosso simbolo, e numa parte do nosso cenáculo, que pouco a pouco cresceu em simbolismo, em cor e em mensagem.

Começamos enfim o Fórum…

Sendo, o mesmo, uma parte importantissima e séria do nosso Sonho Chama, ele não faz parte desta história, ele é o fim último dela, logo será debatido à parte, depois de contar o resto.

Depois de toda aquele Sonho no ar a espalhar-se, fomos surpreendidos pela hora do almoço, e para não deixar os nossos apetites insatisfeitos fomos almoçar. Mas não pensem que o sonho parou, pois durante a refeição e respectivo “cafezinho” foi sempre a abrir, afinal era Sonho Chama a arder.

Recomeçamos então o trabalho em Equipa…

Que como já disse não faz parte da história, paciência…

Bem é hora de jantar, não ouviram? JANTAR!

Ah! Ouviram é que naquela hora já ninguém ligava a “pormenores” desse tipo, só queriam “Cenacular”. Mas depois de conseguirmos reunir todos, tivemos mais uma espectacular refeição.

E depois? Fogo de concelho… Bem não correu exatamente como o planeado. Pois deviamos começar com um Fogo de Concelho e fazer dentro dele um pequeno Espaço Aproveita para dizermos uns aos outros o que faziamos no nosso clã, “descambou” e acabou num gigantesco Espaço Aproveita, com montes de histórias e peripécias intervaladas por algumas peças, que faziam aparecer mais histórias e peripécias. Isto sem falar de alguns jogos que irrompiam pelo meio do grupo, uns que imediatamente reuniam apoio, outros talvez não, como ouvir pela 15º vez a dizer que era porreiro era jogar às escondidas, e com exactamente a mesma convicção com que nos disse a 84º vez. Eventualmente lá fomos dormir, era já Cedo obviamente.

Mais uma vez acordamos com a aurora matinal e tomamos um pequeno-almoço, rápido e já fardados, para nos dirigirmos à eucaristia.

Não posso dizer que foi uma eucaristia como estariamos á espera, pois lembro que o número de caminheiros inscritos foi bastante inferior ao espectável, mas marcamos a nossa presença, o que também pode ter ocorrido por estarmos em cenáculo mesmo ao lado da casa do padre, e possivelmente ele já não conseguir dormir há duas noites…

Depois de alimentar-mos a alma, fomos para a parte Final do Fórum…

Pois queriam, mas ainda tem de esperar… só no fim lembram-se…

No Recta Final chegamos enfim a um momento crucial da Vida do Sonho Chama que é a sua renovação, foi feita a eleição da representação Regional no 7º Ciclo, depois de uma intrincada eleição chegou-se a uma nova Equipa, os nomeados, e é com enorme orgulho que digo que são merecedores, foram: a Joana (Faneca) Barreto do agr. 85 Barroselas, a Catarina Queirós do agr. 85 Barroselas, o Davide Fernades do agr. 955 Carvoeiro e o Hermes Pires do agr. 85 Barroselas, tendo ficado suplente a Guida Palma do agr. 85 Barroselas, que se responsabilizaram em fazer crescer esse Sonho Chama que é o nosso Cenáculo.

E esta foi a história do Sonho Chama, é claro que a história não acabou, porque o Sonho Chama vai crescer muito mais, mas haverá melhor Final Feliz?